A maioria das revogações ocorreu devido a incidentes com a polícia, agressões, furtos ou condução sob efeito de álcool ou drogas, informou o Departamento de Estado em um comunicado.
O governo norte-americano ressaltou que um visto para entrar nos Estados Unidos (EUA) “é um privilégio, não um direito” e advertiu que utilizará “todos os recursos disponíveis” para combater aqueles que considerar que estão abusando desse privilégio.
Entre os exemplos de cidadãos estrangeiros cujos vistos foram revogados, o Departamento de Estado citou casos de pessoas acusadas de agressão sexual ou de perturbação da ordem pública, além de vários estrangeiros que comemoraram o assassinato, no ano passado, do ativista de extrema direita Charlie Kirk.
O secretário de Estado, Marco Rubio, também revogou vistos por razões de política externa, entre eles o de um cidadão cubano relacionado a uma “operação de influência” de Havana e o de cidadãos iranianos com ligações ao regime teocrático dos aiatolás.
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No âmbito da política de imigração restritiva do governo Trump, os Estados Unidos tornaram mais difícil o processo de solicitação de vistos, impondo fianças para determinados tipos de visto em alguns países e aumentando a fiscalização dos solicitantes, incluindo a análise de suas atividades nas redes sociais.
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